A vida da bem-aventurada Ana Maria, o seu testemunho e cartas revelam a sua intensa união com Deus e o seu cuidado ardente “para que todos tenham vida” e descubram a ternura de um Deus que é Pai.
Ana Maria procura, com Cristo, comungar ardentemente da Vontade de Deus que é Pai bondoso e amoroso.
É da oração confiante na Providência de Deus e da sua profunda comunhão com o Pai que nasce o seu amor e compaixão por todos, particularmente, pelos mais frágeis e abandonados.
Assim, a Espiritualidade que Ana Maria partilha é um SOPRO DE VIDA que transcende qualquer formulação e suscita uma resposta generosa do coração, segundo os sinais dos tempos.
Ela constitui a nossa identidade e fonte de unidade pessoal. Estímulo para a nossa filiação Divina e fraternidade universal, unindo-nos, portanto, a Deus e aos irmãos.
Faz-nos saborear o céu na terra, como peregrinas do Absoluto, “em quem nos movemos, somos e existimos”.
Renova-se à medida em que vai sendo partilhada, podendo incarnar-se nas diferentes culturas onde encontra pedras de esperança e pedras de tropeço.
A Espiritualidade é o DINAMÍSMO que influencia a nossa vida, inspira os nossos projetos comunitários. É tão ampla que nos permite estar disponíveis para as necessidades do nosso tempo e levar o testemunho da ternura e do amor de Deus ao coração dos homens e mulheres do nosso tempo.
– Ouvido de discípulo: com uma íntima e constante familiaridade com Deus;
– Confiança aurida do coração de Deus e partilhada com todos, particularmente com os “deserdados da vida”, “todos são filhos do mesmo Pai”.
– Visão perspicaz da realidade presente: ser do seu tempo para o ganhar para Deus;
– Fé num futuro melhor que supõe uma mudança de vida no presente;
– Apelo a uma missão muito concreta com envio a um grupo bem determinado;
– Fonte de resposta aos desafios do seu tempo extirpando as raízes do mal;
A NOSSA ESPIRITUALIDADE NOS LEVA
À escuta do Espírito que nos renova e nos leva a assumir riscos pelo Reino. À abertura aos sinais dos tempos e aos apelos do mundo de hoje. A cultivar a confiança e serenidade, a simplicidade e disponibilidade. A capacidade de adaptação e o desapego. Ao discernimento das prioridades e à procura de respostas adequadas, A fim de que a Vontade de Deus se realize.
Unidas na nossa diversidade, de todas as nações e para todas as nações, enviadas para promover a vida e salvar todos os povos.